13.9.10

M.

-19.09.2009-
Fostes a primeira. Infelizmente não fostes digna. Chegou do nada, machucada..que excelente atriz você é, com seu jeito certo de 'errado', que cativa, que prende; Olhos tristes, fundos e castanhos..sorriso acanhado meio sem jeito; Intensa. Me perdi fácil, que tola eu fui. Admirava sua força, sua segurança insegura. Perigosa, tu és maldade pura estampada na face, no corpo e na alma. Fiquei cega, dei minha cara à tapa, entrei em guerra comigo mesma, com tudo que amo e até mesmo com você. Fico tentando entender o porque de tanta covardia, ilusões, sorrisos amarelos, abraços traiçoeiros e beijos venenosos. Raiva, mágoa, trauma foi o que me deixastes. Arrependimento é a única coisa que me vem à cabeça. Me destruíu sem dó nem piedade, por puro prazer. Fui seu brinquedo. Tu era como uma doença que estava me matando aos poucos, me intoxicando com suas palavras vazias. Me prometeu o mundo, chorou (já mencionei que atriz maravilhosa tu és?), me humilhou e sumiu. Ficará como uma cicatriz feia, marcada na minha pele e na minha memória. Vai apagar aos poucos mas não agora. 


-11.10.2010-
Meu coração tolo pulou, parou, perdeu o ritmo quando viu você. Não pense besteira. Deixe esse seu ego ridículo de lado. A culpa foi do ódio. Não lhe desejo o mal, jamais. Quero que você se encontre e siga o seu caminho na vida.  


Os momentos, o medo, as palavras, as juras sempre voltam quando eu passo nos lugares seus. Mas agora os torno meus e somente meus. 

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